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Amianto em escolas de Oliveira do Hospital gera protestos
2016-01-04
Hoje, o regresso às aulas no agrupamento de escolas de Oliveira do Hospital foi marcado por protestos. Estes são motivados pela presença de placas de amianto degradadas no edifício escolar.

Carmen Lima, representante da associação ambientalista Quercus, avançou à Renascença: “Nas passagens entre edifícios, os alunos conseguem retirar pedaços da cobertura e utilizá-los para fazer balizas de futebol. Se há esta possibilidade de fraturar a cobertura é porque ela já está bastante degradada e isto não é de todo uma situação que deva acontecer ao nível da exposição aos alunos” .

Em demonstração de desagrado, e com o intuito de chamar a atenção do Ministério da Educação para esta situação, as associações de pais e estudantes levaram a cabo uma manifestação, pedindo a remoção e troca destas placas de fibrocimento.

“Queremos dali removidas aquelas placas, que constituem um grave problema de saúde pública”, refere Sebastião Barbosa, da associação de estudantes.

Caso a situação não seja resolvida, pais e alunos prometem agravar os protestos, ameaçando encerrar a escola.

A Quercus já tem vindo a alertar para a presença de amianto nas escolas - que segundo a associação não se cinge apenas às coberturas - acusando o Ministério das Educação de não ter efetuado o levantamento e monitorização de todas as situações.
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