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Após os atentados Portugal reforça segurança nas “infraestruturas críticas”
2015-11-20
Na sequência dos atentados terroristas de 13 de novembro em Paris, Portugal reforçou o policiamento e segurança nas “chamadas” infraestruturas críticas”. Este é o caso da Ponte 25 de Abril e da ponte rodoferroviária sobre o Tejo.

De acordo com o jornal Económico, entre as várias estruturas críticas alvo de reforço de segurança, encontram-se também aeroportos, grandes estações de transportes, algumas embaixadas e também monumentos como o Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Centro Cultural de Belém e até Cristo Rei.

Uma fonte policial adiantou também ao Económico que várias infra estruturas críticas já tinham visto reforçada a segurança após o ataque terrorista ao jornal satírico “Charlie Hebdo”, a 7 de janeiro. Estes novos ataques motivaram um novo “reforço da atenção” das autoridades policiais.

Uma das infraestruturas em foco é a Ponte 25 de Abril, onde decorrem “patrulhamentos constantes da PSP a nível do tabuleiro” que se estendem à polícia marítima a nível fluvial e a equipas de deteção de explosivos e cinotecnia. Está ainda a ser efetuada uma “monitorização maior da circulação automóvel através de mais câmaras de vigilância”.

Logo no dia após os atentados, foi realizada uma reavaliação da ameaça a Portugal, tendo as secretas mantido o nível de alerta 3. Não obstante, este grau subiu para 2 em algumas instalações como algumas embaixada e consulados, como é caso da embaixada e consulado francês ou as embaixadas do Reino Unido, Alemanha, Espanha, Rússia e Estados Unidos.

Na prática, realça fonte policial, reforçou-se “todos os pontos que podem ferir a pátria, não só provocando o medo como também constrangimentos em termos económicos”.

Recorde-se que o alerta de segurança nacional varia numa escala descendente de 5 até 1, o nível mais forte, sendo o nível 3 considerado um grau de ameaça “significativo”, o mais elevado “imediato” e o mais baixo “reduzido”.
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