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Concluída investigação de Pedrogão Grande com nove arguidos
2018-01-18
O processo judicial relativo ao incêndio de junho passado em Pedrogão Grande, que vitimou 64 pessoas, junta sete aos dois arguidos já conhecidos.

Segundo noticiou a SIC, no "Jornal da Noite" desta quarta-feira, os presidentes das câmaras de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, dois altos dirigentes da Proteção Civil, a EDP e a Ascendi foram constituídos arguidos.

As eventuais responsabilidades criminais destas empresas têm que ver com a suspeita de as mesmas não terem limpado, respetivamente, os terrenos debaixo de linhas elétricas e das bermas da estrada onde a queda de árvores em chamas travou fatalmente a fuga de 47 pessoas, adianta o Jornal de Notícias.

A 12 de dezembro, a Procuradoria-geral da República confirmou que o segundo comandante do CDOS de Leiria, Mário Cerol, e o comandante dos Bombeiros de Pedrógão, Augusto Arnaut foram constituídos arguidos por suspeita de factos suscetíveis de integrarem os crimes de homicídio por negligência e ofensas corporais por negligência. A Procuradoria-geral da República ainda não confirmou a informação adiantada pela SIC.  

Investigação da PJ, agora concluída, indica que o fogo foi causado por um relâmpago, numa trovoada seca, que atingiu uma árvore, na localidade de Escalos Fundeiros, Pedrógão.
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