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Primeiro-ministro quer cultura de segurança contra incêndios
2018-05-28
O primeiro-ministro esteve hoje reunido com a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande e alertou para a necessidade de criar uma cultura de segurança nas aldeias mais ameaçadas por incêndios. António Costa reconhece que há muito a fazer e considera essencial avançar com a reforma da floresta.

O primeiro-ministro diz que é preciso continuar o esforço de limpeza dos terrenos e avisa que as coimas vão mesmo ser aplicadas nas situações de incumprimento. O objetivo é ter um País "mais seguro", com o respeito por uma obrigação que "está na lei há mais de 10 anos", afirma.

Para António Costa, importa instalar um novo paradigma na relação com o território, que passa por criar uma cultura de segurança, a ser "partilhada coletivamente". Daí o lançamento dos programas Aldeia Segura e Pessoas Seguras, com oficiais de segurança, percursos de segurança, zonas de refúgio e informação aos habitantes sobre "o melhor comportamento a adotarem numa situação de calamidade".

No entanto, o primeiro-ministro reconhece que há ainda muito para fazer. "A reforma da floresta é absolutamente essencial levá-la para a frente, quer continuando a desenvolver as zonas de intervenção florestal, quer criando as entidades de gestão florestal, quer encontrando outros mecanismos de trazer novas pessoas, novas técnicas, nova energia para todos estes territórios que se foram despovoando e empobrecendo", admite.

Na reunião de trabalho com a Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande, a primeira desde dezembro, que decorreu esta segunda-feira, 28, na localidade de Figueira, António Costa esteve acompanhado pelo ministro da Agricultura e pelo ministro do Planeamento e Infraestruturas.

Fonte: TSF
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